DEPUTADO ESTADUAL

ANDRÉ DO PRADO

Partido da República

Moção nº 30, de 2012

Um jornalista de Barretos, no interior paulista, montou a maior rede católica de televisão do mundo. Um ato de fé que muitos classificam como um verdadeiro milagre. O jornalista João Monteiro de Barros Filho, homem de muita fé, foi o idealizador que principiou este milagre.

A idéia de formar a Rede Vida de Televisão nasceu durante o governo do presidente José Sarney. Na época, a disputa pelo canal 11 de São José do Rio Preto foi grande e o jornalista barretense representava o segmento mais fraco, mas tinha a promessa do presidente e uma fé imensa.

A vitória na disputa pela geradora de Rio Preto foi o primeiro milagre da trajetória da emissora católica. O segundo imbróglio era convencer a CNBB a aprovar o projeto. Monteiro Filho conseguiu importantes adesões para levar avante o projeto, que se iniciou com a formação de um instituto, devido à impossibilidade da CNBB administrar uma rede de televisão.

Em 17 de dezembro de 92, Monteiro Filho fundou o Instituto Brasileiro de Comunicação Cristã, o INBRAC, com estatutos sugeridos pelo professor Celso Neves e pelo jurista João Grandino Rodas.

Com a concessão aprovada pelo Congresso Nacional e o INBRAC formado, a tarefa do jornalista barretense era colocar no ar a emissora católica. Monteiro Filho saiu em busca de investidores, parceiros católicos e patrocinadores. Era preciso um milagre para o projeto decolar. No natal de 94, o primeiro anunciante da Rede Vida foi um grande banco privado, o que propiciou o milagre necessário.

Hoje, a Rede Vida está presente em todas as capitais de estados brasileiros e nas vinte principais cidades do interior do estado de São Paulo, abrangendo uma cobertura nacional de mais de 1500 municípios, com potencial para mais de 110 milhões de espectadores.

Assim, tendo em vista o notório interesse público e a relevância do assunto,

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO APLAUDE a Rede Vida de Televisão, na representatividade de seu fundador, o jornalista João Monteiro de Barros Filho.

Sala das Sessões, em 13-4-2012

a) André do Prado